Relatório – Os Princípios de UX para Aplicativos em Dispositivos Móveis

Hoje, aproveitei para estudar um pouco sobre UX para aplicativos para dispositivos móveis.
Ao buscar materiais na internet, encontrei um excelente documento produzido pela Google.
Com este documento, especialistas apresentaram “a estruturação de conversões otimizadas, customizadas para aplicativos em dispositivos móveis (sem considerar aplicativos em tablets).”

Pois bem, qual a minha intenção de fazer esse post?
Gostaria apenas de compartilhar pontos que achei cruciais neste documento.
Todo o texto a seguir, poderá ser encontrado nesse documento da Google. Portanto, recomendo muito ler este documento inteiramente.
O documento possui versão em português e inglês.

1) Telas de abertura, dicas e técnicas de ativação

“A primeira impressão conta, e a tela de abertura
(splash screen) oferece uma janela pequena, mas
crucial para engajar o usuário com a sua proposta.
Porém, nunca deixe os usuários esperando.”

“Opções de Dicas/Ajuda ou uma sequência de
Técnicas de Ativação só devem ser implementadas
se necessário – para não interromper os usuários –
porém, quando utilizadas de maneira adequada,
essas funções podem guiar o usuário na sua
experiência inicial e adesão.”

2) Tela inicial e Navegação

“A tela inicial de um aplicativo deve proporcionar ao
usuário jornada(s) e funcionalidades para completar
suas tarefas prioritárias, além de proporcionar
conteúdo que atende as suas necessidades e
expectativas.”

“A navegação deve ser clara, com foco
na tarefa e lógica.”

“Aplicativos não são sites e NÃO precisam de um
logo de marca em todas as telas que fazem o
link para a tela inicial.”

“[…] reforce a sua identidade de maneira sutil. Por
exemplo, em vez de usar o nome completo da
sua marca, utilize um ícone ou uma cor […]”

“Aplicativos devem ser claros e as
jornadas/tarefas devem ser óbvias, portanto, a marca
deve priorizar o conteúdo e as funcionalidades
primárias e colocar todo o resto fora da tela […]”

“Na primeira utilização do aplicativo, o menu lateral (Navigation drawer) – se o aplicativo utilizar esse componentes –
pode ser revelada de maneira padronizada para apresentar
a variedade de conteúdo e a organização antes que
o usuário inicie a navegação.”

3) Cadastro, Log-In e Permissões

“Para proporcionar uma experiência
para o usuário com o menor número de barreiras
para a conversão, os aplicativos móveis devem:

– Proporcionar uma jornada sem a necessidade de log-in.
– Solicitar o cadastro do usuário “apenas” quando ele agrega valor e mesmo assim…
– Solicitar o menor número de dados possível.
– Apresentar afirmações claras de benefícios.”

“Se o aplicativo solicita o cadastro, o usuário
pode escolher continuar como visitante.”

“Os usuários devem ser apresentados a diversas
opções de cadastro, como nome de usuário/senha
e cadastro através de redes sociais.”

“Os usuários não devem ter que fazer o log-in toda vez
que acessarem o aplicativo após a conclusão do
cadastro porque uma das grandes diferenças entre
um site e um aplicativo é que este oferece uma
experiência prolongada para proporcionar
conveniência e personalização contínua.”

4) Busca

“Se a busca for uma função primária do seu aplicativo,
destaque-a, já que esse recurso pode ser a rota mais
rápida de descoberta para os usuários com alta
intenção de conversão.”

“Ofereça sugestões automáticas (ou resultados de
textos predeterminados) o mais rápido possível,
como, por exemplo, depois que o terceiro caractere
for digitado, para agregar valor imediato e reduzir os
esforços de digitação dos usuários.”

“Os primeiros resultados de busca devem ser
altamente relevantes”

“Ofereça alternativas quando não houverem
resultados de busca. (nada de becos sem saída)”

“O usuário deve facilmente poder filtrar os
resultados de busca.”

5) Produtos e Serviços

“As telas de produto são onde os usuários fazem
suas decisões de conversão-chave, ex.: adicionar
ao carrinho, adicionar à lista de desejos, reservar
agora, ligar agora, preencher o formulário, etc.
Boas telas de produto em aplicativos permitem
que os usuários concluam a transação
rapidamente, salvem os dados para mais tarde e
compartilhem os itens sobre os quais eles devem
tomar alguma decisão.”

6) Informações pessoais e endereço

“Para usuários recorrentes, as informações
pessoais e o endereço são preenchidos
automaticamente.”

“Para usuários recorrentes, o processo inteiro
da transação ocorre em uma única tela.”

“Usuários recorrentes, cujas informações pessoais, de
endereço e de pagamento já estão armazenadas no
aplicativo, devem ter uma experiência de transação
em uma única tela, onde todos os dados são
preenchidos automaticamente (com opções de
edição) […]”

7) Pagamentos

“Alguns consumidores consideram o pagamento
express/métodos de check-out uma alternativa mais
conveniente do que cartões de crédito e débito ou o
preenchimento manual de informações pessoais e
endereço.”

“Quando usuários de primeira viagem selecionarem
um cartão como a forma de pagamento, a bandeira do cartão
é detectado automaticamente após
o preenchimento dos primeiros quatro dígitos
do cartão (ex.: cartão de débito Visa)”

“Caso seja solicitado um documento de identidade,
será exibida a opção de leitura óptica (ex.: passaporte ou CNH)”

8) Check-out e confirmação

“Maximize a conversão na última etapa do check-out
tomando as seguintes medidas: remova todas as
distrações (tudo que não leve à decisão de
conversão); garanta atendimento ao cliente; ofereça
uma experiência de check-out em uma única tela
para usuários recorrentes; confirme os principais
detalhes da transação; e forneça conteúdo
contextual que agregue valor além da operação
imediata (e que contribua para a retenção).”

“Se o usuário fechar o aplicativo
durante um check-out parcial, ao
reabri-lo, todas as entradas são
restauradas para que ele possa concluir
o processo de forma conveniente.”

9) Self-service, engajamento e satisfação (ou encantamento)

“Durante esta etapa, o foco principal é ser útil,
gerar engajamento e satisfação
(encantamento) para reter consumidores ou
incentivar fidelidade. Isso porque aplicativos
em dispositivos móveis são o ponto de contato
mais adequado para: interações recorrentes e
transações frequentes; clientes e membros
que já são fieis a uma marca; casos de primeira
utilização móvel (que não existiriam sem os
recursos únicos do smartphone); serviços que
alavancam dados ricos e contextuais; etc.”

“Essencialmente, é mais barato reter um
consumidor do que adquirir um novo.”

10) O que NÃO fazer

“Não copie elementos da UI de outras plataformas. (de Android para iOS e vice-versa)”

“Não utilize links sublinhados. (aplicativos utilizam botões e NÃO links)”

“Não direcione os usuários ao navegador (os usuários devem ficar no aplicativo sempre).”

Não farei minha análise sobre questões que abordei aqui. Como comentado no começo deste post, minha intenção, é apenas disseminar este excelente documento criado pela equipe da Google.

Caso descorde de algum ponto que coloquei aqui, por favor, comente aqui para analisarmos.

Apenas relembrando… Não deixem de ler todo o documento no site do Think With Google!

Valeu pessoal!

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